Imprimir
Visto: 379

 CONDUTA PRIMORDIAL

Do libro: “O EU CRIADOR”

Autor: OMAR LIND SCHERNREZIG, o Tibetano

A ciência da vida e a  sabedoria perdida.

(A verdade acerca das palavras de poder, da oração, da meditação, da atitude mental e do verbo que se faz carne)

  1. Ao deitar-te e ao levantar-te, eleva teu espírito ao CRIADOR DO UNIVERSO, com toda a ternura possível, em ação de graças pelos benefícios materiais e espirituais que te concedeu; e pede-lhe derrame Sua forca sobre ti e sobre os teus, e sobre todos os seres humanos, para que reflitam e se proponham a dominar seus vícios, paixões e más inclinações e para que se exercitem no bem, na caridade e na ajuda a seus semelhantes.

Explicação Científica – Á força vital e espiritual que age sobre a criação, emana de um só foco central. Se, por meio de tua força mental, que excita tua força espiritual, tu te pões em contato com esse foco, por meio da ação de graças, estabeleces um conduto fluídico por onde chegar-te-á maior quantidade dessa força, de que a que chega ordinariamente, em teu derredor, formasse uma potente vibração, semelhante aquela que se forma nos polos dos dínamos que irradiará rechaçando as vibrações da má sorte, da enfermidade e da desgraça. Com a repetição continuada desta operação, tu te converterás em um poderoso acumulador da força cósmica e a derramaras sobre os de tua família e sobre todos os seres humanos que se te acercarem, produzindo neles una indução em suas próprias correntes mentais e espiritual que os fará receber maior força cósmica de que a que de ordinário podem captar por meio de seus plexos nervosos.

  1. Não permitas que, em tua mente, pereçam pensamentos malévolos contra teus semelhantes, ainda que suas ações sejam infames e criminais; antes, ao contrário, compadece-te deles e envia-lhes pensamentos de misericórdia e pede ao CRIADOR que lhes conceda seu perdão. Depura-te de todo o propósito indigno.
  1. Não fales mal de ninguém nem de teus mais acérrimos inimigos. Se não tens algo de bom para exprimir sobre eles, abstém-te de vituperá-los. Se te pedirem tua opinião sobre alguma pessoa que mereça crítica acerba ou, simplesmente crítica, escusaste de fazê-lo dá essa opinião, unicamente no caso de que, com isso, possa da maneira mais suave, prudente e compassiva.